Ter, 21 de Setembro de 2010 17:26
Estudo mostra que hidrovias podem reduzir em 30% tráfego de cargas em SP
Um plano de transporte apresentado ontem (20.09) pelo Movimento Nossa São Paulo aponta os rios Tietê e Pinheiros como vias-chave para a melhoria do trânsito na capital paulista.
Segundo o projeto de investimentos em mobilidade urbana produzido pela organização não governamental, a criação de hidrovias nos dois rios que cortam a cidade reduziria em 30% o tráfego cargas pela região metropolitana da capital.
De acordo com o documento, “utilizar os rios Tietê e Pinheiros como meios de transporte de cargas significa tirar do trânsito da região metropolitana uma boa parte das 400 mil viagens de caminhões por dia ou 1 bilhão de toneladas de cargas por ano ano”.
As hidrovias ainda ajudariam a reduzir a emissão de poluentes e o preço do frete, já que o sistema hidroviário é mais eficiente, do ponto de vista econômico, do que o rodoviário.
“O transporte hidroviário é o mais barato”, afirmou Simone Gatti, urbanista da empresa de consultoria TC Urbes, que participou da elaboração do plano de mobilidade. “São Paulo é quase um ilha cercada pelos rios Tietê e Pinheiros. Temos que usar este potencial”.
Projetos em execução devem aumentar o trecho navegável do Rio Tietê de 41 quilômetros (da barragem Edgar de Souza, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo até a barragem da Penha, na zona leste da capital) para 55 quilômetros. Estudos para a construção de um hidroanel metropolitano prevêem ainda a ligação do Tietê com 30 quilômetros de trecho navegável na Represa Billings.
De acordo com o plano do Movimento Nossa São Paulo, todas essas hidrovias poderiam fazer parte uma rede de transportes de carga envolvendo portos, ferrovias e rodovias.
A criação da rede, segundo o estudo, seria tão importante para melhoria das condições do trânsito da cidade como a ampliação dos corredores de ônibus e a construção de ciclovias.
Por Global Online
Quem sou eu
- Karen Araújo
- Queria chegar e te abraçar E pelo coração te amarrar Em vez de te ligar, eu iria te beijar e todos os meus sonhos iriam acordar Quando será que eu vou encontrar Paz pro meu coração Se eu não enlouquecer de amor, eu vou ver minha vida acabar
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Petrobras aponta os desafios logísticos do pré-sal
Sáb, 18 de Setembro de 2010 01:33
Petrobras aponta os desafios logísticos do pré-sal
A grande distância da costa (350 km em média) e a maior profundidade da exploração (2.200 metros) foram apontadas pelo engenheiro Carlos Felipe Guimarães Lodi como algumas das dificuldades que terão quer ser superadas pela Petrobras para viabilizar a produção na área do pré-sal.
Gerente-geral de Planejamento de Logística da Área de Abastecimento da Petrobras nos últimos seis anos, Lodi apresentou a exposição “Desafios da Logística no Pré-Sal” no painel que discutiu em evento do setor de petróleo e gás no Rio de Janeiro, as questões logísticas relacionadas a combustíveis e biocombustíveis.
“Vamos sair de uma região de distância média de 150 km da costa para outra de 350 km. Os desafios serão mais rigorosos em termos de altura de ondas, ventos, correntes. Juntam-se a isto as profundidades, que vão interferir nas soluções. Além do que, é importantíssimo que procuremos o transporte mais economicamente possível dada a distância e a competitividade das explorações”, acrescentou Lodi.
Para o executivo, há ainda problemas relevantes a serem tratados nos planejamentos em curso. Entre eles, o desenvolvimento de uma solução dutoviária, que sirva de modal alternativo e complementar.
Lodi informou que, a médio prazo (de 2013 a 2017), deverá haver a instalação de um terminal oceânico em águas rasas (75 metros), mais próximo da costa, o que eliminará a necessidade de o óleo do pré-sal ser trazido à terra.
Etanol
Também participante do painel, Alberto Guimarães, diretor- presidente da PMCC, sociedade anônima formada por Petrobras, Mitsui e Camargo Correa, falou sobre os “Desafios da Logística do Etanol e suas Soluções”.
Ele previu que “em uma década teremos um mercado de etanol mais do que dobrado” em relação ao atual. Até 2020/21, a produção de etanol deve atingir no País os 70 milhões de m3. Naquele biênio, as exportações deverão ultrapassar os 10 milhões de m3, estimou.
Guimarães procurou detalhar os gargalos atuais que, se não atacados já, atravancarão mais ainda o escoamento da produção. Sobre o modal rodoviário, disse que “a solução via caminhão não atende ao interesse econômico da indústria nem ao ambiental da sociedade”.
Esse tipo de transporte concentra 90% das cargas de etanol nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, “com impacto intolerável sobre as rodovias. “Para 2020 serão necessários 1,5 milhão de viagens ou 30 caminhões tipo bi-trem”, explicou.
Segundo Guimarães, as ferrovias são responsáveis por apenas 0,4% do transporte de etanol no Brasil, basicamente na Região Sul. Ele anunciou o planejamento, que espera ver em operação ao final de 2011, que unirá um sistema de dutos, as hidrovias dos rios Paraná e Tietê e os portos. Falou também da tancagem, cuja disponibilidade atual é insuficiente para a demanda que se apresenta nos próximos anos.
Gasoduto na floresta
A construção do gasoduto Urucu-Coari-Manaus, na floresta amazônica, exigiu da Petrobras e das empresas contratadas a adoção de um esquema de logística inédito no Brasil.
Não havia estradas ou portos para a condução de equipes e material; não havia fontes de energia instaladas; não havia infra-estrutura de alojamentos, alimentação e comunicações.
O cenário era inóspito: mais de 600 km de selva, rios, lagos e pântanos, por onde os dutos teriam que passar entre o centro de captação do gás natural (o poço petrolífero de Urucu) e o destino final.
Especialista da empresa brasileira Altus, responsável pela supervisão, Holtz disse que, para instalar as 24 estações -- as URTs (Unidades Terminais Remotas)_espalhadas pelo trajeto, foi necessário, “muitas vezes”, criar os acessos.
“A dificuldade toda era de logística. O que você faria em outros locais com transporte rodoviário instalado, não faz na Amazônia. Nessa região o acesso é muito mais difícil. Você não tem linhas regulares, portos onde deixar o material. Muitas vezes tivemos que construir este local. Tudo muito complicado”, disse Holtz.
Para abrigar os trabalhadores, foi preciso até mesmo usar uma embarcação-alojamento, com dormitório, restaurante e sistema de comunicação por telefonia e internet. Em uma das URTs, o acesso era tão complexo que o material teve que ser levado à clareira na floresta pendurado em helicópteros de carga baseados no porto de Coari, no Rio Solimões.
O gasoduto tem 662 km de extensão, mais 340 km com a soma dos ramais. Gera 7.000 empregos diretos e 10 mil indiretos. A vazão inicial é de 4,7 milhões de m3/dia. O projeto é chegar a uma vazão máxima de 10 milhões de m3/dia.
“O intuito é levar o desenvolvimento à região amazônica. Com o uso do gás natural, há redução da emissão de CO2 e, consequentemente, do efeito estufa. Antes, a energia elétrica da região vinha da queima de óleo diesel pelas usinas termelétricas. O gás subtitui o diesel. E é um benefício também político. O Brasil faz questão de divulgar a energia limpa. Na Amazônia, tínhamos geração de energia poluente. Essa energia nova, de baixo custo, levará à expansão econômica”, disse o engenheiro.
Por Global Online
Petrobras aponta os desafios logísticos do pré-sal
A grande distância da costa (350 km em média) e a maior profundidade da exploração (2.200 metros) foram apontadas pelo engenheiro Carlos Felipe Guimarães Lodi como algumas das dificuldades que terão quer ser superadas pela Petrobras para viabilizar a produção na área do pré-sal.
Gerente-geral de Planejamento de Logística da Área de Abastecimento da Petrobras nos últimos seis anos, Lodi apresentou a exposição “Desafios da Logística no Pré-Sal” no painel que discutiu em evento do setor de petróleo e gás no Rio de Janeiro, as questões logísticas relacionadas a combustíveis e biocombustíveis.
“Vamos sair de uma região de distância média de 150 km da costa para outra de 350 km. Os desafios serão mais rigorosos em termos de altura de ondas, ventos, correntes. Juntam-se a isto as profundidades, que vão interferir nas soluções. Além do que, é importantíssimo que procuremos o transporte mais economicamente possível dada a distância e a competitividade das explorações”, acrescentou Lodi.
Para o executivo, há ainda problemas relevantes a serem tratados nos planejamentos em curso. Entre eles, o desenvolvimento de uma solução dutoviária, que sirva de modal alternativo e complementar.
Lodi informou que, a médio prazo (de 2013 a 2017), deverá haver a instalação de um terminal oceânico em águas rasas (75 metros), mais próximo da costa, o que eliminará a necessidade de o óleo do pré-sal ser trazido à terra.
Etanol
Também participante do painel, Alberto Guimarães, diretor- presidente da PMCC, sociedade anônima formada por Petrobras, Mitsui e Camargo Correa, falou sobre os “Desafios da Logística do Etanol e suas Soluções”.
Ele previu que “em uma década teremos um mercado de etanol mais do que dobrado” em relação ao atual. Até 2020/21, a produção de etanol deve atingir no País os 70 milhões de m3. Naquele biênio, as exportações deverão ultrapassar os 10 milhões de m3, estimou.
Guimarães procurou detalhar os gargalos atuais que, se não atacados já, atravancarão mais ainda o escoamento da produção. Sobre o modal rodoviário, disse que “a solução via caminhão não atende ao interesse econômico da indústria nem ao ambiental da sociedade”.
Esse tipo de transporte concentra 90% das cargas de etanol nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, “com impacto intolerável sobre as rodovias. “Para 2020 serão necessários 1,5 milhão de viagens ou 30 caminhões tipo bi-trem”, explicou.
Segundo Guimarães, as ferrovias são responsáveis por apenas 0,4% do transporte de etanol no Brasil, basicamente na Região Sul. Ele anunciou o planejamento, que espera ver em operação ao final de 2011, que unirá um sistema de dutos, as hidrovias dos rios Paraná e Tietê e os portos. Falou também da tancagem, cuja disponibilidade atual é insuficiente para a demanda que se apresenta nos próximos anos.
Gasoduto na floresta
A construção do gasoduto Urucu-Coari-Manaus, na floresta amazônica, exigiu da Petrobras e das empresas contratadas a adoção de um esquema de logística inédito no Brasil.
Não havia estradas ou portos para a condução de equipes e material; não havia fontes de energia instaladas; não havia infra-estrutura de alojamentos, alimentação e comunicações.
O cenário era inóspito: mais de 600 km de selva, rios, lagos e pântanos, por onde os dutos teriam que passar entre o centro de captação do gás natural (o poço petrolífero de Urucu) e o destino final.
Especialista da empresa brasileira Altus, responsável pela supervisão, Holtz disse que, para instalar as 24 estações -- as URTs (Unidades Terminais Remotas)_espalhadas pelo trajeto, foi necessário, “muitas vezes”, criar os acessos.
“A dificuldade toda era de logística. O que você faria em outros locais com transporte rodoviário instalado, não faz na Amazônia. Nessa região o acesso é muito mais difícil. Você não tem linhas regulares, portos onde deixar o material. Muitas vezes tivemos que construir este local. Tudo muito complicado”, disse Holtz.
Para abrigar os trabalhadores, foi preciso até mesmo usar uma embarcação-alojamento, com dormitório, restaurante e sistema de comunicação por telefonia e internet. Em uma das URTs, o acesso era tão complexo que o material teve que ser levado à clareira na floresta pendurado em helicópteros de carga baseados no porto de Coari, no Rio Solimões.
O gasoduto tem 662 km de extensão, mais 340 km com a soma dos ramais. Gera 7.000 empregos diretos e 10 mil indiretos. A vazão inicial é de 4,7 milhões de m3/dia. O projeto é chegar a uma vazão máxima de 10 milhões de m3/dia.
“O intuito é levar o desenvolvimento à região amazônica. Com o uso do gás natural, há redução da emissão de CO2 e, consequentemente, do efeito estufa. Antes, a energia elétrica da região vinha da queima de óleo diesel pelas usinas termelétricas. O gás subtitui o diesel. E é um benefício também político. O Brasil faz questão de divulgar a energia limpa. Na Amazônia, tínhamos geração de energia poluente. Essa energia nova, de baixo custo, levará à expansão econômica”, disse o engenheiro.
Por Global Online
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
NOTÍCIAS SOBRE AVIAÇÃO AVIATION NEWS: Carga aérea vira problema em Cumbica
NOTÍCIAS SOBRE AVIAÇÃO AVIATION NEWS: Carga aérea vira problema em Cumbica: "Sem áreas suficientes para armazenamento, Aeroporto de Guarulhos acumula contêineres na pista e provoca prejuízos a exportadores O transpo..."
domingo, 22 de agosto de 2010
Qua, 18 de Agosto de 2010 16:47 Lixo vindo da Alemanha é encontrado em porto no RS
Uma carga de 22 toneladas de lixo vinda do porto de Hamburgo, na Alemanha, foi interceptada no porto de Rio Grande (RS), na semana passada pela Receita Federal.
Empresas responsáveis foram multadas e a carga deve ser devolvida em dez dias.
O que deveriam ser aparas de polímeros de etileno, resíduos de processos industriais reutilizados por empresas de reciclagem, era na verdade lixo doméstico urbano, como embalagens de produtos de limpeza, fraldas descartáveis e resíduos contaminados, segundo o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis).
A companhia marítima Hanjin Shipping foi multada pelo Ibama em R$ 1 5 milhão e notificada a devolver o lixo para a Alemanha em dez dias, contados a partir do recebimento do ofício, emitido no último dia 13.
O não cumprimento do prazo estabelecido implicará em nova multa, e o infrator será considerado reincidente.
A empresa importadora Recoplast Recuperação e Comércio de Plástico, com sede em Esteio (RS), recebeu multa de R$ 400 mil por importar resíduos sólidos domiciliares de origem estrangeira, produtos perigosos à saúde pública e ao meio ambiente, em desacordo com a legislação vigente.
Já a chinesa Dashan, de Hong Kong, empresa responsável pela exportação do lixo desde Hamburgo, anotou em documentos que o material seria proveniente da República Checa.
Por Global Online
Empresas responsáveis foram multadas e a carga deve ser devolvida em dez dias.
O que deveriam ser aparas de polímeros de etileno, resíduos de processos industriais reutilizados por empresas de reciclagem, era na verdade lixo doméstico urbano, como embalagens de produtos de limpeza, fraldas descartáveis e resíduos contaminados, segundo o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis).
A companhia marítima Hanjin Shipping foi multada pelo Ibama em R$ 1 5 milhão e notificada a devolver o lixo para a Alemanha em dez dias, contados a partir do recebimento do ofício, emitido no último dia 13.
O não cumprimento do prazo estabelecido implicará em nova multa, e o infrator será considerado reincidente.
A empresa importadora Recoplast Recuperação e Comércio de Plástico, com sede em Esteio (RS), recebeu multa de R$ 400 mil por importar resíduos sólidos domiciliares de origem estrangeira, produtos perigosos à saúde pública e ao meio ambiente, em desacordo com a legislação vigente.
Já a chinesa Dashan, de Hong Kong, empresa responsável pela exportação do lixo desde Hamburgo, anotou em documentos que o material seria proveniente da República Checa.
Por Global Online
domingo, 25 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
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